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O Hospital Garcia de Orta, E.P.E. (HGO), em Almada, entra hoje na terceira fase de implementação do Projeto de melhoria da qualidade da resposta ao Doente Crítico, potenciando a melhoria de cuidados prestados a mais de 1.200 doentes críticos.

O Projeto de melhoria da qualidade da resposta do Doente Critico no HGO teve início em 2014 e está centralizado na Unidade de Cuidados Intensivos polivalente (UCI).

Numa primeira fase visou a ampliação do quadro de especialistas dotados de competência específica, e reintegração de vários especialistas médicos que já haviam saído da instituição. De um conjunto inicial de cinco médicos especialistas com competência específica para a medicina do doente crítico, a equipa da UCI conta atualmente com 12 médicos dedicados a tempo completo.

A segunda fase do projeto arrancou no início deste ano, com a extensão da atividade da UCI ao Serviço de Urgência (SU), com uma eficiente articulação funcional com a emergência pré-hospitalar (VMER), com apoio à sala de reanimação e a gestão clínica dos doentes mais graves internados no SU.

Foram ainda estabelecidas uma melhor organização e articulação funcional com o gabinete local de coordenação de doação e colheita de órgãos e tecidos, em prol de um aumento significativo de potenciais dadores de órgãos e tecidos no hospital.  

Inicia-se hoje a terceira fase deste projeto com o alargamento da prestação de cuidados desta vasta equipa da UCI ao Serviço de Neurocirurgia (SN), com o assumir da gestação clínica de mais 8 camas de cuidados neurocríticos, em vertente de cuidados intermédios e intensivos, perfazendo um conjunto de 22 camas atuais para doentes críticos. Estima-se que em 2016, a equipa da UCI, de entre a sua Unidade, o SU e o SN, preste cuidados a cerca de 1.290 doentes críticos.

O Projeto de melhoria da qualidade da resposta do Doente Critico no HGO prevê ainda a ampliação da capacidade de camas de cuidados intermédios do hospital, para mais 13 camas, condição essencial para uma melhoria mais efetiva da qualidade do doente crítico no HGO.

A implementação deste projeto é de grande importância na melhoria global da assistência ao doente crítico, não só na sua área de influência, mas também para os demais hospitais da Península de Setúbal,assumindo o HGO o seu papel de hospital de referência na área, em particular para o doente neurocritico.

O desenvolvimento deste projeto, e sua implementação,só tem sido possível com o empenho de todos os envolvidos, bem como da tutela, nomeadamente o Ministério da Saúde, a Direção-Geral da Saúde e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo; motivo pelo qual o Conselho de Administração do HGO deixa expressamente o seu agradecimento por todo o apoio prestado.

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